domingo, 23 de março de 2008

Tô Dentro!


Nos dias 5 e 6, 12 e 13 de Abril, Feliz entra em ritmo de festa com 41° Festival Nacional do Chopp de Feliz/RS.

E eu embalado pela campanha publicitaria do festival criada pelo caro Digo Glaser, também TÔ DENTRO!

Espero todo mundo lá!

Mais informações e detalhes em:

TÔ DENTRO!



Feliz Páscoa


Dejeso uma Feliz Páscoa para todos os meus caros leitores! Se tiver algum leitor!

Boa Páscoa e tudo de bom na sua vida.

sexta-feira, 21 de março de 2008

Caravaggio 2008 - Eu fui!!!


Eu sobrevivi.

Uma caminhada de aproximadamente 7:00 horas, dependendo da disposição da pessoa, num trecho de aproximadamente 52 Km até Caravaggio - Farroupilha. Partindo às 21:oo do Hospital Schalter de Feliz:

Bob, Hurley, Spy e eu após comprar a passagem de volta para a Feliz, lá na Farmácia da Márcia por R$ 5,00, nos dirigimos para o hospital. Já estava extremamente escuro, havia muitos grupinhos ali por perto do hospital balbuciando algo de não conseguia distinguir, mas uma turma de garotas discutiam preocupadas que iria ou não chover. Centenas de pessoas já iniciava a caminhada, mas a massa em geral prefere sair às 21:oo horas, sabe lá por que!

Partimos então, o trecho do Morro das Batatas até Alto Feliz é o mais desafiador, pois é miuta subida, estrada sinuosa e cheia de pedras soltas, de Alto Feliz em diante já é mais tranquilo. Bebíamos Tequila era o que nos motivava a ir até Farroupilha, a medida que nos embriagavamosficávamos faceiros, o efeito do álcool se alastrava pelo meu cérebro num piscar de olhos já estava em momento de delírio ainda mais depois de ingerir algumas doses de ecstasy fiquei ainda mais alucinado com que via, luzes dos celulares ao horizonte parecendo um nevoeiro de vaga lumes.

Chegamos em São Pedro, tecnicamente a primeira parada em boteco ainda estará aberto, já passava da meia-noite já me via amarelo, queria desistir, minhas pernas estavam tremulas de cansaço, mas fiquei sabendo que um pouco mais adiante do bar havia uma Kombi que levava o pessoal de volta, ali era tecnicamente a metade dos aproximados 52 Km que separavam Feliz de Farroupilha, era o inicio do trecho asfáltico.

Chegamos em Farroupilha faltava apenas uns 12 Km, 2 Km percorrendo o centro se não se perder e mais os 10 últimos quilómetros. Os quilómetros mais sofridos, mais orgulhosos e mais inesquecíveis. Chegamos ao Santuário de Nossa Senhora de Caravaggio, já passava das 04:20 da madrugada, de longe se percebia a magnitude que era o santuário totalmente tomado pela multidão. Logo chegara o ónibus da Nova Palmira entramos nos sentamos e apagamos, só lembro de que o ónibus fez uma parada brusca na Rodoviária de Feliz.

Às 06:00 em meu apartamento relutei de ir tomar banho, me atirei em minha cama e apaguei.


quinta-feira, 20 de março de 2008

A Piriguete - 2°capítulo


No dia seguinte, lá estava ela bem na minha frente, os cabelos presos em maria-chiquinha, os seios juvenis mal contidos por uma blusa rosa decotada demais para sua idade. E minissaia. Claro.


Ela estava de minissaia.

Começou a fazer perguntas. Anotava as respostas num caderno de espiral com Linkin Park na capa. Eu olhava para ela, olhava, olhava bem, enquanto ela escrevia com uma esferográfica com pompom, e aquilo me deixava excitado, por Deus que deixava. Passei a imaginar coisas com aquela coisinha, aquele nenê, aquela garotinha de colégio cheia de negaças e sorrisos de lado. Aí ela me fez uma pergunta atordoante:
— Você acredita no amoh?

Falou assim: amoh. Com agá. Como se fosse carioca. Abri a boca. Aquilo não podia fazer parte do trabalho escolar. Balbuciei:
— Amor? Se eu acredito no amor?

Ela sorria, superior. Tinha 16 anos e já enviava sorrisos de superioridade. Obra do instinto. As mulheres nascem com esse mecanismo de provocação dos homens. Quando chegam à adolescência e o primeiro homem lhes lança o primeiro olhar lúbrico, o instinto é acionado. Como se lhe apertassem um botão.
— Uma dúvida pessoal — justificou ela, levando a caneta aos lábios tenros.

Eu ainda estava perplexo. Que deveria responder? Queria agradar, mas ao mesmo tempo queria dar uma resposta madura, de homem experiente, muito mais sábio do que uma garotinha de 16 anos. Sorri. Ri. Balancei a cabeça:
— Ora, o amor...

Então ela fez um gesto de desdém com a mão e voltou a olhar para o caderno.
— Deixa pra lá - disse. - Não importa mesmo.

Fiquei fitando-a, embasbacado. Havia sido espancado intelectualmente por uma pirralha de 16 anos. Ela tinha açulado a minha concupiscência, depois tinha me deixado embaraçado, em seguida, quando sentiu que fora fisgado, me deixou no ar, como se não se importasse com a minha resposta, como se eu a tivesse desapontado com meu constrangimento. Ainda estava pensando em como sair com dignidade daquela situação, quando ela encerrou a entrevista.
— Tenho que ir — miou.

Fiquei piscando, perplexo. Ela se levantou, ajeitou a saia com as mãos e sorriu. Fiquei sem saber o que dizer, frustrado, sentindo-me um fracasso. De pé, prestes a se retirar, ela escreveu algo no canto de uma folha do caderno, rasgou um pedaço da folha e esticou o braço na minha direção:
— Esse é meu celular. Se quiser me ligar...

E se foi, me deixando todo espalhado no carpete do escritório. E agora, Senhor? O que deveria fazer? Olhava para aquele número e tornava a me perguntar: o que fazer, o que fazer, o que fazer?


O que ele fez? Saiba Segunda. No terceiro capítulo de... A Piriguete!

domingo, 16 de março de 2008

A Piriguete


"Conforme eu prometi, vou publicar um folhetim do universo das piriguetes"








Ela tinha 16 anos.

Quando entrou no meu escritório, algo aconteceu no ambiente. Uma eletricidade diferente no ar, uma alteração de clima. A temperatura aumentou, tive vontade de afrouxar a gravata. Mas me contive. Não ficaria bem.

Ela vinha acompanhada da mãe. Sou advogado, a mãe dela queria fazer uma consulta qualquer. Não lembro o que era. Lembro é da menina. Ficou o tempo todo sentada ao lado da mãe, sem falar nada, sem fazer uma única pergunta ou comentário, apenas me olhando. Bastou aquilo para me deixar completamente atrapalhado.

Não sou nenhum tarado, é preciso deixar bem claro. Sou um homem sério, casado, pai de dois filhos que adoro. Também nunca fui chegado a piriguetes. Prefiro as mulheres mais maduras, mulheres com opinião, que sabem o que estão fazendo e não têm vergonha do que fazem. Mas aquela menina...

Um rostinho de propaganda de Nescau e um corpo de propaganda de cerveja. E as nadeguinhas. Precisava ver as nadeguinhas! Hmmm, empinadas, redondas, perfeitas, ai. E os pequenos seios! Coisa linda aqueles pequenos seios. Devo dizer que gosto de pequenos seios. Essa moda americana de peitões, francamente. Neste caso, sou um nacionalista.

Ela ficava me olhando daquele jeito. Aquele olhar não me enganava. Mal ouvia o que a mãe dela dizia. A mulher falava e falava, eu via que os lábios dela se mexiam, distinguia certo ruído de palavras, mas não entendia lhufas.

Ao nos despedirmos, apertei a mão de uma e outra. A menina me enviou um sorriso suave e miou um tiau que me arrepiou todo. Só isso. Foi-se, deixando-me abobado atrás da escrivaninha, pensando que menina, que menina, que menina...

Achei que nunca mais teria notícias dela, mas uma semana depois a voz taquarenta da minha secretária anunciou pela linha interna:

— Suzi ao telefone.
— Suzi?
— Filha da Dona Ângela.

Tive dificuldades em disfarçar a excitação.
— Ah. Suzi.
— Aquela menina... — disse a secretária. Haveria alguma malícia naquelas reticências? Aquela maldita secretária vivia me dando indiretas. Pensei que deveria demiti-la, qualquer dia desses.
— Vou atender — falei, tentando aparentar dignidade.

Esperei que a secretária passasse a ligação. Passou. Aí aquela vozinha de rouxinol adolescente explicou que precisava entrevistar um advogado para um trabalho colegial. Será que eu poderia recebê-la? Não duraria mais de quinze minutos.

Tentei não parecer muito ansioso ao responder que claro que poderia recebê-la, imagina, seria um prazer. Marcamos para o dia seguinte. Desliguei sentindo-me jovem, sentindo-me vivo, mas sentindo, também, algum medo. Não sabia como tinha motivos para sentir medo. Sim, sim, eu tinha motivos para sentir medo...


Quarta-feira: o segundo capítulo de... A Piriguete!


Noite insana


Sábado. Boate Volta as Aulas. Não pensei que está noite seria tão "style", mas de qualquer forma iria repetir. Tudo começou já lá no Braun (uma lanceria no centro da Feliz):

Estavamos lá tudo reunido, eu e uma gurizada, bebericando e se aloprando geral, até que a Bierfass abriu. Muita gente, praticamente todo colégio estava lá, tinha muita piriguete (em falar em piriguete, vou postar um folhetim para mostrar o universo das piriguetes). Mas isto não era o bastante pegamos e fomos para Vale Real com o Fusca do Bob, um Fusca ano 87, todo vermelho com acessorios prateados. Lindo de morrer. Fomos ao "castelinho" (um bordel), nos quatro, o Spy ,o Hurle, o Bob e eu, um mais fora que o outro, totalmente sem noção, o Fusca ia derrapando nas curvas sinuosas de Vale Real afim de quase capotar morros abaixo.

Adentramos no bagulho, examinei o local, nunca tinha vindo ai antes, fiquei totalmente fascinado com que vi la dentro, não sabia se ria ou chorava, pois tudo parecia muito bizarro. A iluminação sobre meia luz e luzes coloridas ofuscando por todos os lados, deixava o ambiente bem irado, garotas semi nuas debruçadas sobre os sofás. Logo se abancamos no balcão, pedimos Tequila, bebida extremamente forte, mas o que mais me chamou a atenção é que era despejado uma pitada de sal ao redor do copo, simplesmente não sei o motivo. Mas de qualquer forma as garotas começavam a se aproximar de nos, igual a uma onça ao encontro de sua presa. Ao pensar nisto lembrei de meu pai, ele sempre dizia este ditado "a coisa é mansa, mas avança".

Ela avançaram em nos com unhas e dentes, começou aquele clima de vai ou racha, sabe? E passa a mão boba daqui e dali. E tal e coisa, e coisa e tal e na hora H, é hora aga, houve um imprevisto. Nos estavamos simplesmente duros! Não tínhamos dinheiro o suficiente para banca a cavocada. Saímos de fininhos dali e sumimos com o Fusca e rindo e debochando:

Bob: - Tu viu só como eu avacalhei com aquela loira?
Spy: - Que nada, eu passei a mão por tudo naquela ruivinha, mano!
Eu: - Então eu, nem paguei a Tequila!...Ei cade o Hurle?
Spy: - Putz!
Bob: - Ele ficou lá, que idiota!

Tivemos que voltar e pegar o Hurle, aquele aloprado! Votemos em disparada para a Feliz, prometendo nunca mais entrar naquele sinistro bordel.







domingo, 9 de março de 2008

Dias atrás - parte 2













"Kro q vc entregue akele bilhet ao lider da PSYKO".
não fazia a mínima ideia quem era o líder da Psyko e nem da tal Psyko.
então enviei:

O bilhet? Qm eh o lider? O q eh a PSYKO?
e ele foi curto e grosso:

"Vc sab qm eh o lider, entregue a ele".
eu ia protestar que não sabia quem era o líder, mas ele se foi. Havia perdido o sinal de seu Bluetooth.

De fato ele achava que eu soubesse quem era o líder, mas ele se enganara. E isto me deixou preocupado, teria que descobrir quem era o líder da PSYKO, entregar a ele o bilhete e recuperar meu notebook, agora estava com mais um problema e não poderia deixar assim. Então o meu espírito de detetive entrou em ação, comecei a investigar, saia a procurar alguma pista, mas me frustrei.

Até que um dia eu indo para a Caixa Económica Federal, depositar um dinheiro para meu patrão, me deparei com aquela porta, uma porta dupla de madeira da parte mais antiga da SOCEF. Lá estava aquele símbolo da PSYKO, marcado com unhas e dentes afim de demarcar território, sabia que teria que me infiltrar lá para obter mais informações. Então pus em prática um plano de invasão. Na madrugada do dia 2 de Fevereiro, invadi o prédio antigo da SOCEF, examinei o local, mas não obtive sucesso. Eu havia me preparado o bastante, havia estudado varias situações, estava totalmente determinado, mas quando estava abandonando o local já fracassado o imprevisto aconteceu...

...Quer saber o que aconteceu? Confira no próximo capítulo de Dias atrás!

Voltas as aulas!!!


As aulas começaram já fazem uma semana e a vontade que tenho de estar de férias voltou. Mas vendo pelo lado bom da história foi muito legal o 1° dia de aula, apesar de estar meio perdido naquele colégio, com muita coisa nova, pessoas diferentes e muitas outras coisas. Enfim, a minha turma do 1ano é muito boa, tem bastante garotas bonitas, tem uns parceiros que conheci faz pouco tempo, nem me lembro o nomes deles, mas eles são bacanas.
Devo admitir que o Scott estava certo quando falou que a Feliz era foda, rola a maior azaração no JMB, ainda mais de noite.

domingo, 2 de março de 2008

3 de março: A corrente nacional


Começa só amanha, dia 3 de março, mas eu já vou adiantar um pouco, pois vou estar muito ocupado com um novo projeto, ainda em sigilo. A corrente nacional vamos ver se vinga:

Dia nacional ao combate a doenças mentais, mande uma mensagem de consolo a uma amigo. RETARDADO. Faça sua parte, eu já fiz a minha!!!

N= qbre a corrente:

Max Brion:
http://www.orkut.com/Profile.aspx?uid=1972589007269927276