
Eu sobrevivi.
Uma caminhada de aproximadamente 7:00 horas, dependendo da disposição da pessoa, num trecho de aproximadamente 52 Km até Caravaggio - Farroupilha. Partindo às 21:oo do Hospital Schalter de Feliz:
Bob, Hurley, Spy e eu após comprar a passagem de volta para a Feliz, lá na Farmácia da Márcia por R$ 5,00, nos dirigimos para o hospital. Já estava extremamente escuro, havia muitos grupinhos ali por perto do hospital balbuciando algo de não conseguia distinguir, mas uma turma de garotas discutiam preocupadas que iria ou não chover. Centenas de pessoas já iniciava a caminhada, mas a massa em geral prefere sair às 21:oo horas, sabe lá por que!
Partimos então, o trecho do Morro das Batatas até Alto Feliz é o mais desafiador, pois é miuta subida, estrada sinuosa e cheia de pedras soltas, de Alto Feliz em diante já é mais tranquilo. Bebíamos Tequila era o que nos motivava a ir até Farroupilha, a medida que nos embriagavamosficávamos faceiros, o efeito do álcool se alastrava pelo meu cérebro num piscar de olhos já estava em momento de delírio ainda mais depois de ingerir algumas doses de ecstasy fiquei ainda mais alucinado com que via, luzes dos celulares ao horizonte parecendo um nevoeiro de vaga lumes.
Chegamos em São Pedro, tecnicamente a primeira parada em boteco ainda estará aberto, já passava da meia-noite já me via amarelo, queria desistir, minhas pernas estavam tremulas de cansaço, mas fiquei sabendo que um pouco mais adiante do bar havia uma Kombi que levava o pessoal de volta, ali era tecnicamente a metade dos aproximados 52 Km que separavam Feliz de Farroupilha, era o inicio do trecho asfáltico.
Chegamos em Farroupilha faltava apenas uns 12 Km, 2 Km percorrendo o centro se não se perder e mais os 10 últimos quilómetros. Os quilómetros mais sofridos, mais orgulhosos e mais inesquecíveis. Chegamos ao Santuário de Nossa Senhora de Caravaggio, já passava das 04:20 da madrugada, de longe se percebia a magnitude que era o santuário totalmente tomado pela multidão. Logo chegara o ónibus da Nova Palmira entramos nos sentamos e apagamos, só lembro de que o ónibus fez uma parada brusca na Rodoviária de Feliz.
Às 06:00 em meu apartamento relutei de ir tomar banho, me atirei em minha cama e apaguei.
Partimos então, o trecho do Morro das Batatas até Alto Feliz é o mais desafiador, pois é miuta subida, estrada sinuosa e cheia de pedras soltas, de Alto Feliz em diante já é mais tranquilo. Bebíamos Tequila era o que nos motivava a ir até Farroupilha, a medida que nos embriagavamosficávamos faceiros, o efeito do álcool se alastrava pelo meu cérebro num piscar de olhos já estava em momento de delírio ainda mais depois de ingerir algumas doses de ecstasy fiquei ainda mais alucinado com que via, luzes dos celulares ao horizonte parecendo um nevoeiro de vaga lumes.
Chegamos em São Pedro, tecnicamente a primeira parada em boteco ainda estará aberto, já passava da meia-noite já me via amarelo, queria desistir, minhas pernas estavam tremulas de cansaço, mas fiquei sabendo que um pouco mais adiante do bar havia uma Kombi que levava o pessoal de volta, ali era tecnicamente a metade dos aproximados 52 Km que separavam Feliz de Farroupilha, era o inicio do trecho asfáltico.
Chegamos em Farroupilha faltava apenas uns 12 Km, 2 Km percorrendo o centro se não se perder e mais os 10 últimos quilómetros. Os quilómetros mais sofridos, mais orgulhosos e mais inesquecíveis. Chegamos ao Santuário de Nossa Senhora de Caravaggio, já passava das 04:20 da madrugada, de longe se percebia a magnitude que era o santuário totalmente tomado pela multidão. Logo chegara o ónibus da Nova Palmira entramos nos sentamos e apagamos, só lembro de que o ónibus fez uma parada brusca na Rodoviária de Feliz.
Às 06:00 em meu apartamento relutei de ir tomar banho, me atirei em minha cama e apaguei.
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