domingo, 11 de outubro de 2009

Pensamentos

Uma vez eu li em algum lugar que você é o resultado de suas altitudes. Não sei se acredito nisso, pois sou ser pensante. Penso muito, muito mesmo, desconfiado, inseguro. Acredito que a vida é uma ilusao. E que tudo esta predestinado. Penso assim, pois tenho constantes dejàvu é a impressão que já tenho vivido aquele momento. Eu sei que tudo pode parecer bobageira, mas cada um pensa o que quer da vida. É, ou não é?

As vezes tenho medo que o tempo passe muito depressa e eu não aproveite as oportunidades que surgem. Medo, que o tempo passe e eu fica para atras.

A vida é feita de escolhas, boas ou más, escolher o caminho mais curto nem sempre é o mais seguro. A vida é uma peça de teatro onde não há ensaio e é bom aproveitar ao maximo antes que a cortina se feche.

Quem decide é você.

Quem planta amor, colhe frutos.
Quem planta ventos, colhe tempestades!

O que você quer plantar?

Alarme Falso

Nada de aventura, nada de novas emocões. Acho que vou continuar a viver a minha inutil vida.

Tudo bem vamos ver pelo lado bom parei de trabalhar no Bazar e comecei na Kappesberg. A primeira semana foi ralado, pois não era acostumado a trabalhar de noite.

Apartir de hoje irei contar algumas "Velhas Historias" que tenho lembrança. Vou botar as cartas na mesa e contar tudo o que aconteceu comigo, sem importar com as consequencias.

Prontos para fazer uma viagem ao passado!?

Embarquem todos na maquina do tempo, pois já estamos partindo!

FFFFuuuuTTzzzzzzXXXXX

domingo, 2 de agosto de 2009

A maior aventura da minha vida

Vai comecar a maior aventura de minha desprezavel e inutil vida, talvez depois disso ela tenha algum valor. Talvez depois disso eu possar mudar algo.

Quando eu era pequeno eu tinha a ilusão que o mundo girava entorno de mim, que eu podia fazer algo que pudesse realmente mudar o mundo, me sentia especial. E eu era, pelo menos para os meus pais, alguns poucos amigos. Mas logo descobri que sou apenas um grão de areia neste imenso planeta que se eu realmente quiser mudar o mundo, teria que ser algo totalmente diferente do que existe.

Procuro por algo que talvez não exista de fato, mas não sei o que é. Acho que o mensageiro esta chegando ira me monstrar o caminho.

HDB
-
-

domingo, 12 de julho de 2009

Revelação

Devo esclarecer que o principio de eu estar escrevendo neste blog é: Tenho falha na memoria. Não lembro o que acontece comigo, esqueço de coisas simples e me queimo na maioria das vezes. Na verdade, tudo o que for escrito neste blog será ficção baseado na minha estória.Tudo será alterado para proteger os culpados e os inocentes.
Meio ano sem postar. Que feio para um blog, é e foi desta maneiro que foi este tempo, bem feio. Talvez nem tanto, conheci pessoas incríveis que merecem ser guardados na memoria "4ever".

Bom, o que dizer? Eu não sei! Mas acho de devo esclarecer algo. Algo que está escondido sob a névoa branca. Algo que esta na cara, bem embaixo do nosso nariz. Mas simplesmente ignoramos, porque não vemos, pois só acreditamos naquilo que nossos olhos vêem.

Bom, era isso voltarei a escrever e em breve nos veremos!

Tchau.

sábado, 20 de dezembro de 2008

Coelho Branco


Se você esta lendo isto, é porque eu já não estou mais aqui.

Você sente que tem algo de errado com o mundo, sente algo errado contigo, sente que tem algo diferente entre outras pessoas, sente que é especial. Uma voz interior diz para você ir a procura de algo, mas você não sabe o que. Você sabe que algum dia em algum lugar vai encontrar alguém que vai te mostrar o que tanto procura.

E este alguém sou eu! Mas não da para ser mostrado. Você terá que descobrir sozinho.

Jó 38:11

segunda-feira, 22 de setembro de 2008

Trampo novo, vida nova.


Não lembro que mencionei que havia mudado de emprego. Então vou contar aqui, mas antes é preciso fazer um balanço rápido de tudo o que aconteceu:

Eu trabalha na banca, vendia revistas, jornais e tal coisa e coisa e tal, mas de repente eu sofri um acidente. Eu tinha uma moto, uma desta CG, sabe? Tinha! Não tenho mais, pois é, estava indo ao Cai de moto, já se passava das oito da noite, num momento de delírio fechei os olhos e não vi mais nada, só lembro que havia uns paramédicos me imobilizando e me carregando a ambulância.

Havia fraturado uma perna e batido fortemente a cabeça e isto desencadeou uma antiga herança de um bisavô esquizofrénico. Tirando a parte de não saber quem eu era e o que havia acontecido, acho que me recuperei rápido.

Bom, falando do trampo novo é sempre uma vida nova, pessoas diferentes e tal, mas continuo no ramo de vendedor. Acho que estou me dando bem com meus novos patrões são muito gente fina, até parecem meus segundos pais.

Eles tem dois bazar, o Bazar por Menos na rodoviária da Feliz e também o Bazar por Menos no Morro Tico-Tico, Bom Principio. Ultimamente estou trabalhando mais na loja de BP e nestas ultimas semanas estou paquerando uma mina muito gostosa, a Cam, uma morena muito linda e um corpão, acho que ela não ta dando a mínima para mim, mas eu vou fazer de tudo para fazer ela me notar. Ela aparenta ser um pouco mais velhas que eu mais o que isto importa quando duas pessoas se amam? Nada! Por isso que eu vou ir a luta, irei conquista-la. Custe o Que Custar!

quinta-feira, 28 de agosto de 2008

Agosto! Mês do desgosto?


Mês de Agosto ou como alguns poucos gostavam de chamar: mês do “Cachorro Louco”. Segundo algumas pessoas já bem vividas, mais precisamente no tempo em que minha avó era gostosa. Este mês sempre foi o mais evitado para se fazer grandes decisões, pois este mês acontecem muitas coisas estranhas: O clima parece mais pesado com a sensação térmica indiferente, pessoas evitavam de sair a noite sozinhas com temor de serem atacadas por cães se revoltados, objetos pessoais desapareciam, vultos eram vagamente vistos nos nevoeiros, ouviam-se gritos incensáveis ao longe no breu da noite, entre outras coisas sinistras. Deve ter alguma explicação lógica e astrológica, talvez a posição da lua? Ou não? Sei lá, mas uma coisa é certa o mês de Agosto é estranho, muito estranho!

domingo, 27 de julho de 2008

Esquizofrenia




Estava inconciente.

Acordará sobressalto com uma forte dor de cabeça que latejava minha mente. Meu corpo estava pesado e dolorido. Fazia força para me concentrar, mas minha mente estava num turbilhão. Assustado e desnorteado. Perguntas bombardeavam minha mente. Que lugar é este? Onde estou? Não fazia ideia onde estava. Olhei em volta examinando o local. Estava ajoelhado sobre uma cama da casal, num quarto todo mobilado e com algumas molduras nas parede. Havia também um despertador digital marcando 16h34.

Fechei os olhos.

Tentava imaginar como havia chegado ali, mas meu esforço foi em vão. Deve ser o efeito do álcool no meu corpo que havia consumido na festa da noite anterior! Não. Não lembrava absolutamente nada. Todas as minhas lembranças haviam desaparecidas. Estava vazio.

Olho para cima e uma onda de medo e horror percorre minha espinha. Eu não sabia quem eu era. Não sabia onde estava. Entrei em desespero. Corri nu pelo apartamento. Estava despido. Como? Será que costumo dormir peladão? Corro ao banheiro e me deparo com um espelho, o homem no espelho tateou com cuidado suas próprias bochechas, nariz, a boca, o cabelo castanho curto e oleoso. O homem era estranho. Estendemos as mãos e as pontas de nossos dedos se encontraram, a minha quente e oleosa, a dele fria, macia e feita apenas de luzes coloridas refletidas no espelho. Perguntei ao reflexo quem era e ele me respondera com um olhar vago, tão distante quanto Roma.

- Você deve ter bastante perguntas, Sr. Anderson.

Concordei.

- Tenho, sim. - Tenho? Era difícil saber o que dizer. Era difícil dizer qualquer coisa. Apesar do medo e do apagão da memória, meu sentimento mais ostensivo era o constrangimento; a incapacidade, o despropósito de mim mesmo e da minha situação. Como eu podia me sentar e pedir a um estranho que me ajudasse a recuperar os acontecimentos da minha vida?

- Claro - disse a médica - Sei o quanto é difícil pra você. Deve ser terrivelmente perturbador. Mas você está indo bem, e devia tentar relaxar, se puder.

Estávamos em seu escritório, um lugar imenso com várias molduras nas paredes, mobílias rústicas e artefatos antiguicemos decoravam o vasto sagão. A médica me indicava uma bandeja de biscoito de chocolate.

- Sim - respondi - Obrigado.
- Bom, vamos começar? - perguntou a médica. Acenei que sim com a cabeça. - Você sofreu uma perda de memória causada por aquilo que chamamos de estado dissociativo.
- Estado dissociativo? - disse eu - Tá bom! Quer dizer que eu estou louco?
- Não, - disse ela - quero dizer que você não teve nenhuma doença degenerativa, ou seja, você não perdeu toda sua memória ela apenas está espremida em algum lugar que você escondeu e alguma coisa está impossibilitando de acess-lá.
- Então é temporário - disse eu.
- Exatamente - disse Radke.

Ventos fortes vindo do norte, entrando pelas vidraças, denunciavam uma forte tempestade de inverno. Um gato miava incansavelmente e ainda estava nu. Preciso arrumar algumas roupas. Procurando algo para me vestir, algo me chama a atenção, estava sobre a mesa, um envelope vermelho. Me aproximei para ver o que era e nele estava escrito com caneta hidrocor: LEIA ATENTAMENTE, ABRA IMEDIATAMENTE.

Abri o envelope e encontrei duas folhas de papel - uma carta datilografada e um mapa desenhado a mão. Isto era o que a carta dizia:

Ander,
Antes de mais nada. Fique calmo.

Se você esta lendo isto, é por que eu não estou mais por aqui. Pegue o telefone e disque 1. Diga à mulher do outro lado da linha que você é Anderson Subrick. A mulher é a dra. Radke. Ela sabe o que aconteceu e você poderá vê-la imediatamente. Vá para a casa da dra. Radke. Caso você ainda não tenha notado, há um mapa neste envelope – o lugar nem é muito longe nem difícil de achar.

A dra. Radke poderá responder todas as suas perguntas. É muito importante que você vai direto para a casa dela. Não pare no caminho. As chaves do apartamento estão num prego atrás da porta. Não se esqueça delas.

Com pesar e também esperança,

Anderson Subrick Número Um.

Reli a carta várias vezes. Anderson Subrick Número um. O que isso queria dizer? Liguei para o número.

- Radke - atendeu uma voz.
- Doutora Radke - falei - Aqui é Anderson Subrick.

Por descuido meu deixo o envelope vermelho cair fazendo surgir uma terceira folha. Um pouco menor que as anteriores, na verdade era um RG um documento de Identidade. Olhei para a foto e o nome e fiquei pasmo, achava que iria encontrar assinado ANDERSON SUBRICK, mas o que encontrei foi MAX BRION. Estava confuso, não sabia meu passado e agora não sabia quem eu era Max ou Anderson. Se eu sou este, quem é Anderson?

- Sr.?, Sr. Anderson, aceita mais biscoito? - ela havia trazido outra bandeja de biscoitos.
- Não, disse eu - Não, obrigado.
- Sei que é dificil, mas você vem piorando em cada nova seção - falou a doutora.
- Doutora, quantas vezes passamos por isso? perguntei bruscamente.
- Já foram três seções - disse Radke.
- Oh, não - disse eu aflito.
- Hoje vamos ficar por aqui, é muita informação nova para você assimilar - falou ela.
- Tá bom - respondi.
- Ah, antes de você ir embora mais uma coisa - falou a médica - No passado, você escreveu e espalhou cartas a si mesmo, para que fossem lidas após cada recaída. Preciso lhe pedir que não a leia estas cartas elas podem prejudicar sua recuperação.
- Você já encontrou alguma destas cartas? - perguntou a médica.
- Não - respondi. Mas era mentira e ela percebera então engatei - Não, apenas encontrei um bilhete atrás da porta indicando ligar para a dra. Radke e o caminho que deveria ir - era uma meia verdade que a convenceu. - Ok! Mas, por favor, se você encontrar qualquer outra coisa, traga direto para mim. Não leia. Sei que o que estou te pedindo é difícil, mas é muito, muito importante que eu possa ajuda-lo. Certo?
- Tá bom - respondi - Claro que sim, sem problemas.

Carta No. 1


Antes de mais nada. Fique calmo.

Se você esta lendo isto, é por que eu não estou mais por aqui. Pegue o telefone e disque 1. Diga à mulher do outro lado da linha que você é Anderson Subrick. A mulher é a dra. Radke. Ela sabe o que aconteceu e você poderá vê-la imediatamente. Vá para a casa da dra. Radke. Caso você ainda não tenha notado, há um mapa neste envelope – o lugar nem é muito longe nem difícil de achar.

A dra. Radke poderá responder todas as suas perguntas. É muito importante que você vai direto para a casa dela. Não pare no caminho. As chaves do apartamento estão num prego atrás da porta. Não se esqueça delas.

Com pesar e também esperança,

Anderson Subrick Número Um.

sábado, 26 de julho de 2008

Oi denovo


Oi galera! Será que sentiram minha falta?

Pois é, faz já uma semana que ganhei alta no hospital, após passar difíceis meses em recaída com esquizofrenia. Na verdade isto é uma longa e triste historia que vou contar ainda para v6. Mas vejamos o lado bom: não estou mais trabalhando na Banca Feliz, mas sim num bazar ali pela rodoviária, bem nem lembro o nome certo.

Bom, o doutor me recomendou não passar muito tempo em frente ao PC, coisa de medico, sabe? Bobagem, mas eu prefiro não arriscar. Então, a gente se vê em breve.

Tchau!!!

sábado, 3 de maio de 2008

A Paquera - 2º Capítulo

Fiquei ali parado na soleira da porta. Pressentia perigo. Olhei para dentro. Um apartamento não muito grande, de um quarto, talvez. Estava escuro, não conseguia divisar a decoração. Esperei que meus olhos se acostumassem à penumbra.

Hesitei.

A atitude dela era muito estranha. O que podia querer comigo? Sexo? Não era possível... Ela mal me conhecia. Ou será que as coisas estavam assim em São Leopoldo? Tratava-se de uma cidade perigosa, uma cidade do pecado, sem dúvida.

— Vem — disse Katiusa.

E agora? Fabrício não podia continuar ali parado. Ou escolhia a fuga para sua segurança ou cedia à tentação da curiosidade. A fuga não lhe agradava. Nenhuma fuga lhe agradava.

Entrou.
Ela sorriu.

- Gostei de você. - falou Katiusa.
- Também gost... Ela pós o dedo indicador em minha boca. Me silenciando.
- Agora venha. - ela falou.

Começou ela a mostrar o resto do apartamento e me levou direto pro quarto. Ela continuou me conduzindo pela mão. Guiou-me até a cama. Sentou-se e me puxou.

— Senta — mandou.

Obedeci.

Mal sentei ela já grudou sua boca na minha e enfiou a língua entre meus dentes. Isto estava me deixando excitado. O gosto dela era diferente. Ela tinha uma boca macia e quente e mãos que sabiam o que faziam. Começou a me acariciar. Enfiou a mão sob a minha camisa, massageou minhas costas. Gemia. Entreguei-me, naquele momento. Não pensei em mais nada. Deixei que agisse.

E ela agiu.

Enquanto me beijava, tirou a blusa e seus belos seios saltaram para fora. Comecei a massagear os seus mamilos. Ela gemia. Eu gemia. Nos despimos, estávamos completamente nus, e ela era linda, arquejavamos e acariciávamos. Então ela enfiou a mão em meu pênis e o manuseou.

- Oh! - sussurrei - Oh... oh...

Aquilo estava muito bom, estava me enlouquecendo, estava enlouquecido. Dai ela gritou:

- Por que isto tem que acontecer? Por que???

O fato é que aconteceu. A situação clássica. O grito metálico de um homem e a sinulheta no interior da sala. Era ele, estava ferrado, não haveria misericórdia, não haveria dia seguinte, seria decaptado pelo marido dela.

O que aconteceu com Fabrício? Será que ele vai escapar desta?
Confira então no próximo capítulo de A Paquera!

quinta-feira, 1 de maio de 2008

Beta


O blog está passado por uma versão BETA no momento.

É só para renovar o ambiente, aquele layout antigo já estava mais de que ultrapassado. E uma mudança para melhor é sempre boa.

Bom! Era isso...

Espero que tenham gostado do novo layout.

Eu adorei.