Gente finalmente voltei a postar no blog, depois de quase um mês sem meu notebook, é, roubaram meu notebook.
Tudo começou no dia 13 de Janeiro. Acordo de ressaca, tomo um banho frio, preparo um café, tudo parecia normal. Estava, tudo normal a não ser por eu ter meus freqüentes déjàvu, sabia certo que hoje seria um dia sinistro. Toda vez que tenho déjàvu é porque vai acontecer algo importante, ruim ou bom, mas uma coisa era certa eu teria que que voltar a Caxias para minha formatura da 8ª serie, no próximo dia 18 de Janeiro, e sabia que era importante, pelo menos para mim. Resolvi ir a Caxias pegar meu diploma, por sorte tudo deu certo la em cima, voltei a Feliz no dia seguinte pela manha bem cedo, lembro que fazia bastante frio aquela manha de Janeiro as pessoas todas encasacadas até o pescoço, parecendo inverno.
Desembarquei na rodoviária e fui para meu apartamento, subindo as escadas que dava acesso a meu apartamento tive de novo aquela sensação esquisita, era um déjàvu outra vez, ponho minha mão sobre a maçaneta e a percebo que ela foi rompida, será que a deixei aberta? Entro de devagar, pressinto perigo, percebo que alguém esteve por aqui e de repente eu apago.
Só lembro de ter acordado duas horas mais tarde com uma forte dor de cabeça e um pouco tonto. Cambaleando examinei o apartamento, aparentemente ele havia sido invadido, estava tomado pela bagunça e meu notebook havia sido levado, mas apesar de toda aquela bizarra situação o que despertou a atenção foi um bilhete que havia sobre a mesa, um bilhete com três letras escritas sem nenhuma lógica.
Primeiramente pensei em ligar para a policia e fazer uma ocorrência do meu caso, mas pensei melhor eu era de menor ali não podia me expor a riscos. Aquelas três letras martelavam durante dias em minha cabeça, queria descobrir quem fez isto comigo e por que fizeram, mas vi que a única pista que tinha era um simples bilhete amassado. Resolvi pedir ajuda com o Scott ele morava aqui na Feliz a mais tempo devia saber quem poderia estar por trás deste vandalismo, mas me enganei o Scott só piorou as coisas e nos brigamos por causa disto.
Tudo começou no dia 13 de Janeiro. Acordo de ressaca, tomo um banho frio, preparo um café, tudo parecia normal. Estava, tudo normal a não ser por eu ter meus freqüentes déjàvu, sabia certo que hoje seria um dia sinistro. Toda vez que tenho déjàvu é porque vai acontecer algo importante, ruim ou bom, mas uma coisa era certa eu teria que que voltar a Caxias para minha formatura da 8ª serie, no próximo dia 18 de Janeiro, e sabia que era importante, pelo menos para mim. Resolvi ir a Caxias pegar meu diploma, por sorte tudo deu certo la em cima, voltei a Feliz no dia seguinte pela manha bem cedo, lembro que fazia bastante frio aquela manha de Janeiro as pessoas todas encasacadas até o pescoço, parecendo inverno.
Desembarquei na rodoviária e fui para meu apartamento, subindo as escadas que dava acesso a meu apartamento tive de novo aquela sensação esquisita, era um déjàvu outra vez, ponho minha mão sobre a maçaneta e a percebo que ela foi rompida, será que a deixei aberta? Entro de devagar, pressinto perigo, percebo que alguém esteve por aqui e de repente eu apago.
Só lembro de ter acordado duas horas mais tarde com uma forte dor de cabeça e um pouco tonto. Cambaleando examinei o apartamento, aparentemente ele havia sido invadido, estava tomado pela bagunça e meu notebook havia sido levado, mas apesar de toda aquela bizarra situação o que despertou a atenção foi um bilhete que havia sobre a mesa, um bilhete com três letras escritas sem nenhuma lógica.
Primeiramente pensei em ligar para a policia e fazer uma ocorrência do meu caso, mas pensei melhor eu era de menor ali não podia me expor a riscos. Aquelas três letras martelavam durante dias em minha cabeça, queria descobrir quem fez isto comigo e por que fizeram, mas vi que a única pista que tinha era um simples bilhete amassado. Resolvi pedir ajuda com o Scott ele morava aqui na Feliz a mais tempo devia saber quem poderia estar por trás deste vandalismo, mas me enganei o Scott só piorou as coisas e nos brigamos por causa disto.
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