sábado, 20 de dezembro de 2008

Coelho Branco


Se você esta lendo isto, é porque eu já não estou mais aqui.

Você sente que tem algo de errado com o mundo, sente algo errado contigo, sente que tem algo diferente entre outras pessoas, sente que é especial. Uma voz interior diz para você ir a procura de algo, mas você não sabe o que. Você sabe que algum dia em algum lugar vai encontrar alguém que vai te mostrar o que tanto procura.

E este alguém sou eu! Mas não da para ser mostrado. Você terá que descobrir sozinho.

Jó 38:11

segunda-feira, 22 de setembro de 2008

Trampo novo, vida nova.


Não lembro que mencionei que havia mudado de emprego. Então vou contar aqui, mas antes é preciso fazer um balanço rápido de tudo o que aconteceu:

Eu trabalha na banca, vendia revistas, jornais e tal coisa e coisa e tal, mas de repente eu sofri um acidente. Eu tinha uma moto, uma desta CG, sabe? Tinha! Não tenho mais, pois é, estava indo ao Cai de moto, já se passava das oito da noite, num momento de delírio fechei os olhos e não vi mais nada, só lembro que havia uns paramédicos me imobilizando e me carregando a ambulância.

Havia fraturado uma perna e batido fortemente a cabeça e isto desencadeou uma antiga herança de um bisavô esquizofrénico. Tirando a parte de não saber quem eu era e o que havia acontecido, acho que me recuperei rápido.

Bom, falando do trampo novo é sempre uma vida nova, pessoas diferentes e tal, mas continuo no ramo de vendedor. Acho que estou me dando bem com meus novos patrões são muito gente fina, até parecem meus segundos pais.

Eles tem dois bazar, o Bazar por Menos na rodoviária da Feliz e também o Bazar por Menos no Morro Tico-Tico, Bom Principio. Ultimamente estou trabalhando mais na loja de BP e nestas ultimas semanas estou paquerando uma mina muito gostosa, a Cam, uma morena muito linda e um corpão, acho que ela não ta dando a mínima para mim, mas eu vou fazer de tudo para fazer ela me notar. Ela aparenta ser um pouco mais velhas que eu mais o que isto importa quando duas pessoas se amam? Nada! Por isso que eu vou ir a luta, irei conquista-la. Custe o Que Custar!

quinta-feira, 28 de agosto de 2008

Agosto! Mês do desgosto?


Mês de Agosto ou como alguns poucos gostavam de chamar: mês do “Cachorro Louco”. Segundo algumas pessoas já bem vividas, mais precisamente no tempo em que minha avó era gostosa. Este mês sempre foi o mais evitado para se fazer grandes decisões, pois este mês acontecem muitas coisas estranhas: O clima parece mais pesado com a sensação térmica indiferente, pessoas evitavam de sair a noite sozinhas com temor de serem atacadas por cães se revoltados, objetos pessoais desapareciam, vultos eram vagamente vistos nos nevoeiros, ouviam-se gritos incensáveis ao longe no breu da noite, entre outras coisas sinistras. Deve ter alguma explicação lógica e astrológica, talvez a posição da lua? Ou não? Sei lá, mas uma coisa é certa o mês de Agosto é estranho, muito estranho!

domingo, 27 de julho de 2008

Esquizofrenia




Estava inconciente.

Acordará sobressalto com uma forte dor de cabeça que latejava minha mente. Meu corpo estava pesado e dolorido. Fazia força para me concentrar, mas minha mente estava num turbilhão. Assustado e desnorteado. Perguntas bombardeavam minha mente. Que lugar é este? Onde estou? Não fazia ideia onde estava. Olhei em volta examinando o local. Estava ajoelhado sobre uma cama da casal, num quarto todo mobilado e com algumas molduras nas parede. Havia também um despertador digital marcando 16h34.

Fechei os olhos.

Tentava imaginar como havia chegado ali, mas meu esforço foi em vão. Deve ser o efeito do álcool no meu corpo que havia consumido na festa da noite anterior! Não. Não lembrava absolutamente nada. Todas as minhas lembranças haviam desaparecidas. Estava vazio.

Olho para cima e uma onda de medo e horror percorre minha espinha. Eu não sabia quem eu era. Não sabia onde estava. Entrei em desespero. Corri nu pelo apartamento. Estava despido. Como? Será que costumo dormir peladão? Corro ao banheiro e me deparo com um espelho, o homem no espelho tateou com cuidado suas próprias bochechas, nariz, a boca, o cabelo castanho curto e oleoso. O homem era estranho. Estendemos as mãos e as pontas de nossos dedos se encontraram, a minha quente e oleosa, a dele fria, macia e feita apenas de luzes coloridas refletidas no espelho. Perguntei ao reflexo quem era e ele me respondera com um olhar vago, tão distante quanto Roma.

- Você deve ter bastante perguntas, Sr. Anderson.

Concordei.

- Tenho, sim. - Tenho? Era difícil saber o que dizer. Era difícil dizer qualquer coisa. Apesar do medo e do apagão da memória, meu sentimento mais ostensivo era o constrangimento; a incapacidade, o despropósito de mim mesmo e da minha situação. Como eu podia me sentar e pedir a um estranho que me ajudasse a recuperar os acontecimentos da minha vida?

- Claro - disse a médica - Sei o quanto é difícil pra você. Deve ser terrivelmente perturbador. Mas você está indo bem, e devia tentar relaxar, se puder.

Estávamos em seu escritório, um lugar imenso com várias molduras nas paredes, mobílias rústicas e artefatos antiguicemos decoravam o vasto sagão. A médica me indicava uma bandeja de biscoito de chocolate.

- Sim - respondi - Obrigado.
- Bom, vamos começar? - perguntou a médica. Acenei que sim com a cabeça. - Você sofreu uma perda de memória causada por aquilo que chamamos de estado dissociativo.
- Estado dissociativo? - disse eu - Tá bom! Quer dizer que eu estou louco?
- Não, - disse ela - quero dizer que você não teve nenhuma doença degenerativa, ou seja, você não perdeu toda sua memória ela apenas está espremida em algum lugar que você escondeu e alguma coisa está impossibilitando de acess-lá.
- Então é temporário - disse eu.
- Exatamente - disse Radke.

Ventos fortes vindo do norte, entrando pelas vidraças, denunciavam uma forte tempestade de inverno. Um gato miava incansavelmente e ainda estava nu. Preciso arrumar algumas roupas. Procurando algo para me vestir, algo me chama a atenção, estava sobre a mesa, um envelope vermelho. Me aproximei para ver o que era e nele estava escrito com caneta hidrocor: LEIA ATENTAMENTE, ABRA IMEDIATAMENTE.

Abri o envelope e encontrei duas folhas de papel - uma carta datilografada e um mapa desenhado a mão. Isto era o que a carta dizia:

Ander,
Antes de mais nada. Fique calmo.

Se você esta lendo isto, é por que eu não estou mais por aqui. Pegue o telefone e disque 1. Diga à mulher do outro lado da linha que você é Anderson Subrick. A mulher é a dra. Radke. Ela sabe o que aconteceu e você poderá vê-la imediatamente. Vá para a casa da dra. Radke. Caso você ainda não tenha notado, há um mapa neste envelope – o lugar nem é muito longe nem difícil de achar.

A dra. Radke poderá responder todas as suas perguntas. É muito importante que você vai direto para a casa dela. Não pare no caminho. As chaves do apartamento estão num prego atrás da porta. Não se esqueça delas.

Com pesar e também esperança,

Anderson Subrick Número Um.

Reli a carta várias vezes. Anderson Subrick Número um. O que isso queria dizer? Liguei para o número.

- Radke - atendeu uma voz.
- Doutora Radke - falei - Aqui é Anderson Subrick.

Por descuido meu deixo o envelope vermelho cair fazendo surgir uma terceira folha. Um pouco menor que as anteriores, na verdade era um RG um documento de Identidade. Olhei para a foto e o nome e fiquei pasmo, achava que iria encontrar assinado ANDERSON SUBRICK, mas o que encontrei foi MAX BRION. Estava confuso, não sabia meu passado e agora não sabia quem eu era Max ou Anderson. Se eu sou este, quem é Anderson?

- Sr.?, Sr. Anderson, aceita mais biscoito? - ela havia trazido outra bandeja de biscoitos.
- Não, disse eu - Não, obrigado.
- Sei que é dificil, mas você vem piorando em cada nova seção - falou a doutora.
- Doutora, quantas vezes passamos por isso? perguntei bruscamente.
- Já foram três seções - disse Radke.
- Oh, não - disse eu aflito.
- Hoje vamos ficar por aqui, é muita informação nova para você assimilar - falou ela.
- Tá bom - respondi.
- Ah, antes de você ir embora mais uma coisa - falou a médica - No passado, você escreveu e espalhou cartas a si mesmo, para que fossem lidas após cada recaída. Preciso lhe pedir que não a leia estas cartas elas podem prejudicar sua recuperação.
- Você já encontrou alguma destas cartas? - perguntou a médica.
- Não - respondi. Mas era mentira e ela percebera então engatei - Não, apenas encontrei um bilhete atrás da porta indicando ligar para a dra. Radke e o caminho que deveria ir - era uma meia verdade que a convenceu. - Ok! Mas, por favor, se você encontrar qualquer outra coisa, traga direto para mim. Não leia. Sei que o que estou te pedindo é difícil, mas é muito, muito importante que eu possa ajuda-lo. Certo?
- Tá bom - respondi - Claro que sim, sem problemas.

Carta No. 1


Antes de mais nada. Fique calmo.

Se você esta lendo isto, é por que eu não estou mais por aqui. Pegue o telefone e disque 1. Diga à mulher do outro lado da linha que você é Anderson Subrick. A mulher é a dra. Radke. Ela sabe o que aconteceu e você poderá vê-la imediatamente. Vá para a casa da dra. Radke. Caso você ainda não tenha notado, há um mapa neste envelope – o lugar nem é muito longe nem difícil de achar.

A dra. Radke poderá responder todas as suas perguntas. É muito importante que você vai direto para a casa dela. Não pare no caminho. As chaves do apartamento estão num prego atrás da porta. Não se esqueça delas.

Com pesar e também esperança,

Anderson Subrick Número Um.

sábado, 26 de julho de 2008

Oi denovo


Oi galera! Será que sentiram minha falta?

Pois é, faz já uma semana que ganhei alta no hospital, após passar difíceis meses em recaída com esquizofrenia. Na verdade isto é uma longa e triste historia que vou contar ainda para v6. Mas vejamos o lado bom: não estou mais trabalhando na Banca Feliz, mas sim num bazar ali pela rodoviária, bem nem lembro o nome certo.

Bom, o doutor me recomendou não passar muito tempo em frente ao PC, coisa de medico, sabe? Bobagem, mas eu prefiro não arriscar. Então, a gente se vê em breve.

Tchau!!!

sábado, 3 de maio de 2008

A Paquera - 2º Capítulo

Fiquei ali parado na soleira da porta. Pressentia perigo. Olhei para dentro. Um apartamento não muito grande, de um quarto, talvez. Estava escuro, não conseguia divisar a decoração. Esperei que meus olhos se acostumassem à penumbra.

Hesitei.

A atitude dela era muito estranha. O que podia querer comigo? Sexo? Não era possível... Ela mal me conhecia. Ou será que as coisas estavam assim em São Leopoldo? Tratava-se de uma cidade perigosa, uma cidade do pecado, sem dúvida.

— Vem — disse Katiusa.

E agora? Fabrício não podia continuar ali parado. Ou escolhia a fuga para sua segurança ou cedia à tentação da curiosidade. A fuga não lhe agradava. Nenhuma fuga lhe agradava.

Entrou.
Ela sorriu.

- Gostei de você. - falou Katiusa.
- Também gost... Ela pós o dedo indicador em minha boca. Me silenciando.
- Agora venha. - ela falou.

Começou ela a mostrar o resto do apartamento e me levou direto pro quarto. Ela continuou me conduzindo pela mão. Guiou-me até a cama. Sentou-se e me puxou.

— Senta — mandou.

Obedeci.

Mal sentei ela já grudou sua boca na minha e enfiou a língua entre meus dentes. Isto estava me deixando excitado. O gosto dela era diferente. Ela tinha uma boca macia e quente e mãos que sabiam o que faziam. Começou a me acariciar. Enfiou a mão sob a minha camisa, massageou minhas costas. Gemia. Entreguei-me, naquele momento. Não pensei em mais nada. Deixei que agisse.

E ela agiu.

Enquanto me beijava, tirou a blusa e seus belos seios saltaram para fora. Comecei a massagear os seus mamilos. Ela gemia. Eu gemia. Nos despimos, estávamos completamente nus, e ela era linda, arquejavamos e acariciávamos. Então ela enfiou a mão em meu pênis e o manuseou.

- Oh! - sussurrei - Oh... oh...

Aquilo estava muito bom, estava me enlouquecendo, estava enlouquecido. Dai ela gritou:

- Por que isto tem que acontecer? Por que???

O fato é que aconteceu. A situação clássica. O grito metálico de um homem e a sinulheta no interior da sala. Era ele, estava ferrado, não haveria misericórdia, não haveria dia seguinte, seria decaptado pelo marido dela.

O que aconteceu com Fabrício? Será que ele vai escapar desta?
Confira então no próximo capítulo de A Paquera!

quinta-feira, 1 de maio de 2008

Beta


O blog está passado por uma versão BETA no momento.

É só para renovar o ambiente, aquele layout antigo já estava mais de que ultrapassado. E uma mudança para melhor é sempre boa.

Bom! Era isso...

Espero que tenham gostado do novo layout.

Eu adorei.

domingo, 27 de abril de 2008

A Paquera


Fabrício Haad caminhava tranqüilo pelas ruas de São Leopoldo, havia bastante gente naquele sábado de garoa fina, as pessoas não se importavam com a chuva concerteza tinham algo mais serio com que ficarem preocupadas.

Fabrício observava bem a multidão de vez ou de outra passava por ele uma bela são leopodiense, Haad ficava encantado com a beleza das mulheres desta cidade e resolveu ariscar-se. Pregou fixos os olhos nos olhos de cada garota de que se passa por ele a fim de alguma lhe devolver o olhar.

Passaram-se alguns minutos e Fabrício já começava a se desanimar, até que então guiada pela multidão, ao longe vinha uma morena, uma morena de tirar o chapéu, 1,80m de altura, pele branca e macia, cabelos escuros longos e sedosos. Caminhava com determinação, no seu rosto estampado um belo sorriso, que ao longe Fabrício pode sentir o quanto ela era atraente, se estremeceu todo, sabia que ela era muita areia pro seu caminhão, disse pra ti mesmo que não iria encará-la.

Encarou-a.

Ela se aproximava e Fabrício abriu um sorriso e ela rebateu com sorriso. Fabrício sentiu que era a hora e quando ela passou ao seu lado Haad balbuciou:

- Oi gatinha!?
- Oi – respondeu ela com um sorriso nos lábios carnudos.
- Esta com pressa? – perguntou Fabrício já se aproximando da morena.
- Não. Estou indo para casa. Por quê? – rebateu ela.

Fabrício sabia que quando uma mulher no meio de uma festa lhe desse atenção era porque estava interessada e então aproveitou bem a situação, ela estava curiosa e Fabrício encantado com a belas coxas dela. Fabrício hesitou um pouco, não sabia o que falaria a abordagem fora bem sucedida, teria que impressiona-la, mas não correu nenhuma boa fala na sua cabeça. Então perguntou o óbvio:

- Qual é seu nome?
- Katiusa – respondeu ela. – E o seu nome? – perguntou Katiusa.
- Fabrício – responde-o.

Fabrício sorriu desconfiado isto estava parecendo um interrogatório, ele perguntava e ela respondia, precisava pensar em algo e rápido, pois a Katiusa já estava preste a partir embora foi então que Fabrício usou sua arma secreta:

- O que podemos fazer para nos divertir hoje?
- Não sei – respondeu Katiusa.
- Que tal isto? – retrucou Haad, envolvendo Katiusa em seus braços e a beijando com toda a vontade que seus desejos primários estimulavam. Então Fabrício e Katiusa se entre olharam e riram loucamente por um breve tempo.

Katiusa mal pode conter sua alegria e convidou-o para ir a seu apartamento para se conhecerem melhor. De cara Fabrício aceitou o convite, mas quando enterrou o primeiro pé no apartamento viu então que isto iria se tornar o pior pesadelo de sua vida.


O que aconteceu com o Fabrício? Será que ele sobreviveu?
Confira no próximo capitulo de A Paquera!

quarta-feira, 23 de abril de 2008

Ponto de Ruptura

São Paulo, 08h56min.

O geólogo Charles Brophy estava sentado na sua poltrona estofada de couro enquanto bebericava uma caneca de chocolate quente fumegante e folhava uma Playboy, edição de abril com a Andressa Soares na capa mais conhecida como Mulher Melancia. Ozzy, gato de Brophy, miava insaciavelmente parecia assustado com algo. Charles detestava quando Ozzy agia desta maneira e sussurou:


- Ozzy, pare com isto. Estou tentando ver a garota do créu. Tu nem sabe Ozzy como me deu uma vontade de comer melancia.

Brophy era o responsável pelo o Laboratório Geológico, mal ele esperava o que iria acontecer esta noite. Um tremor de terra tomou todo o laboratório, livros despencavam das prateleiras, o teto parecia que iria ceder. Charles imediatamente correu para os equipamentos sismográficos e ficou abismado com que viu.

- Não é possível 5,2 graus na escala Richter! - balbuciou Brophy. - Preciso avisar o Instituto o mais rápido possível.Tem algo errado aqui.

Charles Brophy ligou três vez para o Instituto, mas não obteve resultado. Correu para o pátio a fim de procurar ajuda. Num golpe de vento surgiu um helicóptero de transporte de dois rotores, manobrando em direção ao solo com precisão militar.


As portas se abriram e dois homens desceram. Vestidos com uniformes militares escuros apropriados para o frio e armados com rifles, eles caminharam na direção de Brophy com determinação.


- Dr. Brophy?

O geólogo ficou paralisado.

- Como sabe meu nome? Quem são vocês?
- Pegue seu rádio, por favor.
- O quê?
- Faça o que eu disse.

Perplexo, Brophy puxou o rádio de dentro de sua parca.

- Precisamos que você transmita um comunicado de emergência. Ajuste sua freqüência de transmissão para 100 kHz.

100 kHz? Brophy não estava entendendo nada. Ninguém pode receber nada em uma freqüência tão baixa.

- Houve algum acidente?

O outro homem levantou seu rifle e apontou-o para a cabeça de Brophy.

- Não há tempo para explicar. Apenas obedeça.

Tremendo, Brophy ajustou sua freqüência de transmissão. O homem que havia falado primeiro lhe passou um papel com algumas linhas impressas.

- Transmita esta mensagem. Agora. Brophy olhou para o papel.
- Não entendo. Isto aqui está errado. Eu não...

O homem pressionou o rifle com força contra a cabeça do geólogo. A voz de Brophy estava trémula ao enviar a estranha mensagem.

- Muito bem - disse o homem. - Agora pegue seus equipamentos sismográficos e vamos para o helicóptero.

Sob a mira do rifle, Brophy relutantemente levou seus equipamentos em direção à aeronave e subiu por uma rampa para dentro do compartimento de carga. Assim que se acomodaram, o helicóptero partiu na direção oeste.

- Afinal, quem são vocês? - protestou Brophy, suando frio por baixo de sua parca. E qual era o sentido daquela mensagem?

Os homens permaneceram em silêncio. À medida que o helicóptero ganhava altitude, o vento que entrava pela porta aberta tornava-se insuportavelmente cortante.

- Pelo menos fechem a maldita porta - exigiu o geólogo. - Meus equipamentos podem danificar, vocês não estão vendo?

Eles nada disseram. Quando o helicóptero passou de mil metros de altitude e inclinou-se fortemente sobre uma série de precipícios e fendas nas rochas, os homens levantaram-se bruscamente, agarraram os equipamentos e jogaram-no porta afora. Brophy olhou, aterrorizado, enquanto seus equipamentos eram arremessados.

Brophy estava de pé, gritando, quando os homens também o pegaram e o empurraram em direção à porta. Em pânico, tentou livrar-se das mãos firmes que procuravam jogá-lo para fora.

Seu esforço foi em vão. Poucos instantes depois, ele também despencou, espaço abaixo, em direção as rochas.


1º Comentário


Demorou, mas saiu.

O primeiro comentário no blog.

Estou muito contente por isso.

Então a partir de hoje homenagearei todos aqueles que comentarem no blog.

O 1º comentário foi feito pelo Grupo Escoteiro Phoenix de Feliz.

Mas precisamente pelo Lucas Klering.

Valeu Lucas!!!

sábado, 12 de abril de 2008

Post Séries



Histórias que vão mudar o mundo:

Contos Clássicos no século XXI:

Folhetins:

>>>Ponto de Ruptura

>>>A Paquera

Túnel do tempo:

*Post sujeito a alterações constantes.

domingo, 6 de abril de 2008

23° Post


"Qualquer semelhança é mera concidência"

Ao longo de mais de 5 meses de postagem chegamos ao celebre, misterioso, obscuro, sagaz...Numero 23 de postagens.

Parece concidência 5 meses e 23 postagem, mas fazer o que o maldito número também me escolheu e não sai mais do meu pé.

Para quem ainda não esta convencido que o número 23 é Fantasico lá vai:

O “Enigma 23″ como é conhecido se refere à crença de que todos acidentes e incidentes no mundo esteja de alguma forma,direta ou indiretamente ligados ao número 23 que por tal motivo é considerado um número sagrado para todos os discordianos.

Encare os fatos:

  • 23 é um número primo

  • Os seis primeiros dígitos de Pi (3,14159) somandos resultam em 23.

  • Jack Shepard, personagem do seriado Lost estava sentado na poltrona 23 do avião.

  • 4 8 15 16 23 42

  • A primeira transmissão em código morse utilizou uma passagem bíblica: Números 23:23

  • A marcha do sal de Gandhi durou 23 dias.

  • Os cavaleiros templários desde a sua fundação até o seu fim,tiveram 23 Grandes Mestres.

  • William Shakespeare nasceu dia 23 de Abril de 1564 e morreu em 23 de abril de 1616.

  • Julio Cesar foi apunhalado 23 vezes quando assasinado.

  • De acordo com Flavius Josephus,historiados judeu,Adão e Eva tiveram 23 filhos.

  • “Her Majesty” tecnicamente a última música de um disco Beatle e também a mais curta,têm exatamente, 23 segundos de duração.

  • O hacker alemão Karl Koch inventor do “Trojan” morreu em um 23 de maio.Maio é mês número 5 do calendário.

  • Salmos,o maior livro da Bíblia é o 23º livro do Velho Testamento e seu salmo mais famoso e citado é o de número 23.

  • Dia 23 de Dezembro de 2012 é a data para o apocalipse Maia.

  • W é a 23ª letra do alfabeto latino,têm duas pontas para baixo e três para cima.Em um teclado QWERTY comum o W está logo abaixo e entre os números 2 e 3.

  • O calendário Egípcio e Sumério possuem o ano-novo no dia 23 de julho.

  • Taiwan é considerada pela China a 23ª província.Produtos de Taiwan são encontrados em todo lugar.

  • Em “Matrix Reload”, o Arquiteto pede a Neo que escolha 23 indivíduos para reconstruir Zion - 16 fêmeas e 7 homens.

  • Em “O Grande Lebowski” eles sempre jogam boliche na pista 23.

  • As células somáticas dos humanos têm 23 pares de cromossomos.

  • Um dia sideral possui 23 horas, 56 minutos e 4,091 segundos.

  • Em “A Paixão de Cristo”, Jesus é açoitado 23 vezes antes de Satã ser visto na multidão.

  • O eixo da Terra está inclinado em um ângulo de 23°.

  • Este post contém exatamente 23 curiosidades sobre o número 23.

  • Ainda não convenceu então leia o livro:

    "The Number 23"

    Já era!!!


    Foi para o espaço todo o folhetim da "Piriguete".

    Por que?

    Por causa de vocês que retirar meu conteúdo do murar do colégio.
    Fique aborrecido e não vou mais publicar o folhetim.

    "Assim se faz. Assim se paga".

    domingo, 23 de março de 2008

    Tô Dentro!


    Nos dias 5 e 6, 12 e 13 de Abril, Feliz entra em ritmo de festa com 41° Festival Nacional do Chopp de Feliz/RS.

    E eu embalado pela campanha publicitaria do festival criada pelo caro Digo Glaser, também TÔ DENTRO!

    Espero todo mundo lá!

    Mais informações e detalhes em:

    TÔ DENTRO!



    Feliz Páscoa


    Dejeso uma Feliz Páscoa para todos os meus caros leitores! Se tiver algum leitor!

    Boa Páscoa e tudo de bom na sua vida.

    sexta-feira, 21 de março de 2008

    Caravaggio 2008 - Eu fui!!!


    Eu sobrevivi.

    Uma caminhada de aproximadamente 7:00 horas, dependendo da disposição da pessoa, num trecho de aproximadamente 52 Km até Caravaggio - Farroupilha. Partindo às 21:oo do Hospital Schalter de Feliz:

    Bob, Hurley, Spy e eu após comprar a passagem de volta para a Feliz, lá na Farmácia da Márcia por R$ 5,00, nos dirigimos para o hospital. Já estava extremamente escuro, havia muitos grupinhos ali por perto do hospital balbuciando algo de não conseguia distinguir, mas uma turma de garotas discutiam preocupadas que iria ou não chover. Centenas de pessoas já iniciava a caminhada, mas a massa em geral prefere sair às 21:oo horas, sabe lá por que!

    Partimos então, o trecho do Morro das Batatas até Alto Feliz é o mais desafiador, pois é miuta subida, estrada sinuosa e cheia de pedras soltas, de Alto Feliz em diante já é mais tranquilo. Bebíamos Tequila era o que nos motivava a ir até Farroupilha, a medida que nos embriagavamosficávamos faceiros, o efeito do álcool se alastrava pelo meu cérebro num piscar de olhos já estava em momento de delírio ainda mais depois de ingerir algumas doses de ecstasy fiquei ainda mais alucinado com que via, luzes dos celulares ao horizonte parecendo um nevoeiro de vaga lumes.

    Chegamos em São Pedro, tecnicamente a primeira parada em boteco ainda estará aberto, já passava da meia-noite já me via amarelo, queria desistir, minhas pernas estavam tremulas de cansaço, mas fiquei sabendo que um pouco mais adiante do bar havia uma Kombi que levava o pessoal de volta, ali era tecnicamente a metade dos aproximados 52 Km que separavam Feliz de Farroupilha, era o inicio do trecho asfáltico.

    Chegamos em Farroupilha faltava apenas uns 12 Km, 2 Km percorrendo o centro se não se perder e mais os 10 últimos quilómetros. Os quilómetros mais sofridos, mais orgulhosos e mais inesquecíveis. Chegamos ao Santuário de Nossa Senhora de Caravaggio, já passava das 04:20 da madrugada, de longe se percebia a magnitude que era o santuário totalmente tomado pela multidão. Logo chegara o ónibus da Nova Palmira entramos nos sentamos e apagamos, só lembro de que o ónibus fez uma parada brusca na Rodoviária de Feliz.

    Às 06:00 em meu apartamento relutei de ir tomar banho, me atirei em minha cama e apaguei.


    quinta-feira, 20 de março de 2008

    A Piriguete - 2°capítulo


    No dia seguinte, lá estava ela bem na minha frente, os cabelos presos em maria-chiquinha, os seios juvenis mal contidos por uma blusa rosa decotada demais para sua idade. E minissaia. Claro.


    Ela estava de minissaia.

    Começou a fazer perguntas. Anotava as respostas num caderno de espiral com Linkin Park na capa. Eu olhava para ela, olhava, olhava bem, enquanto ela escrevia com uma esferográfica com pompom, e aquilo me deixava excitado, por Deus que deixava. Passei a imaginar coisas com aquela coisinha, aquele nenê, aquela garotinha de colégio cheia de negaças e sorrisos de lado. Aí ela me fez uma pergunta atordoante:
    — Você acredita no amoh?

    Falou assim: amoh. Com agá. Como se fosse carioca. Abri a boca. Aquilo não podia fazer parte do trabalho escolar. Balbuciei:
    — Amor? Se eu acredito no amor?

    Ela sorria, superior. Tinha 16 anos e já enviava sorrisos de superioridade. Obra do instinto. As mulheres nascem com esse mecanismo de provocação dos homens. Quando chegam à adolescência e o primeiro homem lhes lança o primeiro olhar lúbrico, o instinto é acionado. Como se lhe apertassem um botão.
    — Uma dúvida pessoal — justificou ela, levando a caneta aos lábios tenros.

    Eu ainda estava perplexo. Que deveria responder? Queria agradar, mas ao mesmo tempo queria dar uma resposta madura, de homem experiente, muito mais sábio do que uma garotinha de 16 anos. Sorri. Ri. Balancei a cabeça:
    — Ora, o amor...

    Então ela fez um gesto de desdém com a mão e voltou a olhar para o caderno.
    — Deixa pra lá - disse. - Não importa mesmo.

    Fiquei fitando-a, embasbacado. Havia sido espancado intelectualmente por uma pirralha de 16 anos. Ela tinha açulado a minha concupiscência, depois tinha me deixado embaraçado, em seguida, quando sentiu que fora fisgado, me deixou no ar, como se não se importasse com a minha resposta, como se eu a tivesse desapontado com meu constrangimento. Ainda estava pensando em como sair com dignidade daquela situação, quando ela encerrou a entrevista.
    — Tenho que ir — miou.

    Fiquei piscando, perplexo. Ela se levantou, ajeitou a saia com as mãos e sorriu. Fiquei sem saber o que dizer, frustrado, sentindo-me um fracasso. De pé, prestes a se retirar, ela escreveu algo no canto de uma folha do caderno, rasgou um pedaço da folha e esticou o braço na minha direção:
    — Esse é meu celular. Se quiser me ligar...

    E se foi, me deixando todo espalhado no carpete do escritório. E agora, Senhor? O que deveria fazer? Olhava para aquele número e tornava a me perguntar: o que fazer, o que fazer, o que fazer?


    O que ele fez? Saiba Segunda. No terceiro capítulo de... A Piriguete!

    domingo, 16 de março de 2008

    A Piriguete


    "Conforme eu prometi, vou publicar um folhetim do universo das piriguetes"








    Ela tinha 16 anos.

    Quando entrou no meu escritório, algo aconteceu no ambiente. Uma eletricidade diferente no ar, uma alteração de clima. A temperatura aumentou, tive vontade de afrouxar a gravata. Mas me contive. Não ficaria bem.

    Ela vinha acompanhada da mãe. Sou advogado, a mãe dela queria fazer uma consulta qualquer. Não lembro o que era. Lembro é da menina. Ficou o tempo todo sentada ao lado da mãe, sem falar nada, sem fazer uma única pergunta ou comentário, apenas me olhando. Bastou aquilo para me deixar completamente atrapalhado.

    Não sou nenhum tarado, é preciso deixar bem claro. Sou um homem sério, casado, pai de dois filhos que adoro. Também nunca fui chegado a piriguetes. Prefiro as mulheres mais maduras, mulheres com opinião, que sabem o que estão fazendo e não têm vergonha do que fazem. Mas aquela menina...

    Um rostinho de propaganda de Nescau e um corpo de propaganda de cerveja. E as nadeguinhas. Precisava ver as nadeguinhas! Hmmm, empinadas, redondas, perfeitas, ai. E os pequenos seios! Coisa linda aqueles pequenos seios. Devo dizer que gosto de pequenos seios. Essa moda americana de peitões, francamente. Neste caso, sou um nacionalista.

    Ela ficava me olhando daquele jeito. Aquele olhar não me enganava. Mal ouvia o que a mãe dela dizia. A mulher falava e falava, eu via que os lábios dela se mexiam, distinguia certo ruído de palavras, mas não entendia lhufas.

    Ao nos despedirmos, apertei a mão de uma e outra. A menina me enviou um sorriso suave e miou um tiau que me arrepiou todo. Só isso. Foi-se, deixando-me abobado atrás da escrivaninha, pensando que menina, que menina, que menina...

    Achei que nunca mais teria notícias dela, mas uma semana depois a voz taquarenta da minha secretária anunciou pela linha interna:

    — Suzi ao telefone.
    — Suzi?
    — Filha da Dona Ângela.

    Tive dificuldades em disfarçar a excitação.
    — Ah. Suzi.
    — Aquela menina... — disse a secretária. Haveria alguma malícia naquelas reticências? Aquela maldita secretária vivia me dando indiretas. Pensei que deveria demiti-la, qualquer dia desses.
    — Vou atender — falei, tentando aparentar dignidade.

    Esperei que a secretária passasse a ligação. Passou. Aí aquela vozinha de rouxinol adolescente explicou que precisava entrevistar um advogado para um trabalho colegial. Será que eu poderia recebê-la? Não duraria mais de quinze minutos.

    Tentei não parecer muito ansioso ao responder que claro que poderia recebê-la, imagina, seria um prazer. Marcamos para o dia seguinte. Desliguei sentindo-me jovem, sentindo-me vivo, mas sentindo, também, algum medo. Não sabia como tinha motivos para sentir medo. Sim, sim, eu tinha motivos para sentir medo...


    Quarta-feira: o segundo capítulo de... A Piriguete!


    Noite insana


    Sábado. Boate Volta as Aulas. Não pensei que está noite seria tão "style", mas de qualquer forma iria repetir. Tudo começou já lá no Braun (uma lanceria no centro da Feliz):

    Estavamos lá tudo reunido, eu e uma gurizada, bebericando e se aloprando geral, até que a Bierfass abriu. Muita gente, praticamente todo colégio estava lá, tinha muita piriguete (em falar em piriguete, vou postar um folhetim para mostrar o universo das piriguetes). Mas isto não era o bastante pegamos e fomos para Vale Real com o Fusca do Bob, um Fusca ano 87, todo vermelho com acessorios prateados. Lindo de morrer. Fomos ao "castelinho" (um bordel), nos quatro, o Spy ,o Hurle, o Bob e eu, um mais fora que o outro, totalmente sem noção, o Fusca ia derrapando nas curvas sinuosas de Vale Real afim de quase capotar morros abaixo.

    Adentramos no bagulho, examinei o local, nunca tinha vindo ai antes, fiquei totalmente fascinado com que vi la dentro, não sabia se ria ou chorava, pois tudo parecia muito bizarro. A iluminação sobre meia luz e luzes coloridas ofuscando por todos os lados, deixava o ambiente bem irado, garotas semi nuas debruçadas sobre os sofás. Logo se abancamos no balcão, pedimos Tequila, bebida extremamente forte, mas o que mais me chamou a atenção é que era despejado uma pitada de sal ao redor do copo, simplesmente não sei o motivo. Mas de qualquer forma as garotas começavam a se aproximar de nos, igual a uma onça ao encontro de sua presa. Ao pensar nisto lembrei de meu pai, ele sempre dizia este ditado "a coisa é mansa, mas avança".

    Ela avançaram em nos com unhas e dentes, começou aquele clima de vai ou racha, sabe? E passa a mão boba daqui e dali. E tal e coisa, e coisa e tal e na hora H, é hora aga, houve um imprevisto. Nos estavamos simplesmente duros! Não tínhamos dinheiro o suficiente para banca a cavocada. Saímos de fininhos dali e sumimos com o Fusca e rindo e debochando:

    Bob: - Tu viu só como eu avacalhei com aquela loira?
    Spy: - Que nada, eu passei a mão por tudo naquela ruivinha, mano!
    Eu: - Então eu, nem paguei a Tequila!...Ei cade o Hurle?
    Spy: - Putz!
    Bob: - Ele ficou lá, que idiota!

    Tivemos que voltar e pegar o Hurle, aquele aloprado! Votemos em disparada para a Feliz, prometendo nunca mais entrar naquele sinistro bordel.







    domingo, 9 de março de 2008

    Dias atrás - parte 2













    "Kro q vc entregue akele bilhet ao lider da PSYKO".
    não fazia a mínima ideia quem era o líder da Psyko e nem da tal Psyko.
    então enviei:

    O bilhet? Qm eh o lider? O q eh a PSYKO?
    e ele foi curto e grosso:

    "Vc sab qm eh o lider, entregue a ele".
    eu ia protestar que não sabia quem era o líder, mas ele se foi. Havia perdido o sinal de seu Bluetooth.

    De fato ele achava que eu soubesse quem era o líder, mas ele se enganara. E isto me deixou preocupado, teria que descobrir quem era o líder da PSYKO, entregar a ele o bilhete e recuperar meu notebook, agora estava com mais um problema e não poderia deixar assim. Então o meu espírito de detetive entrou em ação, comecei a investigar, saia a procurar alguma pista, mas me frustrei.

    Até que um dia eu indo para a Caixa Económica Federal, depositar um dinheiro para meu patrão, me deparei com aquela porta, uma porta dupla de madeira da parte mais antiga da SOCEF. Lá estava aquele símbolo da PSYKO, marcado com unhas e dentes afim de demarcar território, sabia que teria que me infiltrar lá para obter mais informações. Então pus em prática um plano de invasão. Na madrugada do dia 2 de Fevereiro, invadi o prédio antigo da SOCEF, examinei o local, mas não obtive sucesso. Eu havia me preparado o bastante, havia estudado varias situações, estava totalmente determinado, mas quando estava abandonando o local já fracassado o imprevisto aconteceu...

    ...Quer saber o que aconteceu? Confira no próximo capítulo de Dias atrás!

    Voltas as aulas!!!


    As aulas começaram já fazem uma semana e a vontade que tenho de estar de férias voltou. Mas vendo pelo lado bom da história foi muito legal o 1° dia de aula, apesar de estar meio perdido naquele colégio, com muita coisa nova, pessoas diferentes e muitas outras coisas. Enfim, a minha turma do 1ano é muito boa, tem bastante garotas bonitas, tem uns parceiros que conheci faz pouco tempo, nem me lembro o nomes deles, mas eles são bacanas.
    Devo admitir que o Scott estava certo quando falou que a Feliz era foda, rola a maior azaração no JMB, ainda mais de noite.

    domingo, 2 de março de 2008

    3 de março: A corrente nacional


    Começa só amanha, dia 3 de março, mas eu já vou adiantar um pouco, pois vou estar muito ocupado com um novo projeto, ainda em sigilo. A corrente nacional vamos ver se vinga:

    Dia nacional ao combate a doenças mentais, mande uma mensagem de consolo a uma amigo. RETARDADO. Faça sua parte, eu já fiz a minha!!!

    N= qbre a corrente:

    Max Brion:
    http://www.orkut.com/Profile.aspx?uid=1972589007269927276

    sexta-feira, 29 de fevereiro de 2008

    Spam Google


    Tava entrando no meu blog, como de costume, para ver se está tudo em ordem, mas agora pouco percebo algo diferente.O link abaixo apareceu na parte superior esquerda da tela que surgiu do nada, e eu de curioso cliquei, mas nada aconteceu o firefox simplesmente não consegui abri-lo.

    sms:?body=Oi%2C%20d%C3%AA%20uma%20olhada%20em%20Max%20Brion%20no%20http%3A%2F%2Fmaxbrion.blogspot.com%2F

    Será um Spam Google, ou somente um erro de logaritimos dos programadores?
    Eu não sei, mas uma coisa é certa, aí tem coisa!

    domingo, 24 de fevereiro de 2008

    Dias atrás - parte 1


    O Wuilliam e os Canibais tocando no "Kifuts", e eu sozinho num canto tomando um chopp gelado pensando como iria recuperar meu notebook ele contia algumas informações importantes, pensava na atitude do Scott ele já havia se mostrado estranho e depois que nos trocamos alguns socos ele parecia ainda mais sombrio.

    De repente um ruído estrondante cortou meus pensamentos, era meu celular havia recebido uma mensagem via Bluetooth:

    "Qr teu notebook d vlta?"

    Foi como um soco na boca do estômago, minhas pernas tremiam intensamente, a adrenalina começava a aumentar me deixando inquieto. Examinei as pessoas em minha volta, sabia que ele estava no Kitreko, pois mensagens via Bluetooth só alcançam um raio de 10 metros, logo enviei:

    Qm eh vc?
    e ele então enviou:

    "Qr ou n= teu notebook?"
    tive vontade de sair correndo dali naquele instante, mas me contive poderia ser arriscado e então enviei:

    O q vc qr d mim?
    sabia que teria que negociar com ele. Uma luz vindo do meu celular começou a piscar, sabia que era ele hesitei um pouco antes de abrir, então estava escrito:

    ...Quer saber o que estava escrito no celular? Quer saber o que aconteceu?
    Então confira no próximo capitulo de Dias atrás.

    sábado, 23 de fevereiro de 2008

    Kitreko Bar & Chopperia


    Eu andava temporariamente sem companhia, zoando sozinho pela Feliz até que um dia destes, acho que foi dia 25 de Janeiro numa sexta-feira lá no Kitreko, tinha o Wuilliam e os Canibais, tocando um rock n' roll bem massa. O Kitreko já era o pub mais movimentado da região, cada semana que passava lotava mais e mais, muita mulherada já comparecia no pub, ali já estava tornado-se o lugar preferido dos "boyzinhos", que muitas vezes de tão embriagados arrumavam confusão e estragavam a festa, também corria o boato que ali estava sendo o principal ponto de venda de ecstasy, uma droga moderna que causa euforia, bem-estar e o dopamento do individuo e o alto consumo pode levar a ter esquizofrenia. Entrei na onda também, curti geral o batidão do "Kifuts", como alguns preferem chamar o nosso querido Kitreko Bar & Chopperia.

    Pesadelo sem fim

    Gente finalmente voltei a postar no blog, depois de quase um mês sem meu notebook, é, roubaram meu notebook.

    Tudo começou no dia 13 de Janeiro. Acordo de ressaca, tomo um banho frio, preparo um café, tudo parecia normal. Estava, tudo normal a não ser por eu ter meus freqüentes déjàvu, sabia certo que hoje seria um dia sinistro. Toda vez que tenho déjàvu é porque vai acontecer algo importante, ruim ou bom, mas uma coisa era certa eu teria que que voltar a Caxias para minha formatura da 8ª serie, no próximo dia 18 de Janeiro, e sabia que era importante, pelo menos para mim. Resolvi ir a Caxias pegar meu diploma, por sorte tudo deu certo la em cima, voltei a Feliz no dia seguinte pela manha bem cedo, lembro que fazia bastante frio aquela manha de Janeiro as pessoas todas encasacadas até o pescoço, parecendo inverno.

    Desembarquei na rodoviária e fui para meu apartamento, subindo as escadas que dava acesso a meu apartamento tive de novo aquela sensação esquisita, era um déjàvu outra vez, ponho minha mão sobre a maçaneta e a percebo que ela foi rompida, será que a deixei aberta? Entro de devagar, pressinto perigo, percebo que alguém esteve por aqui e de repente eu apago.


    Só lembro de ter acordado duas horas mais tarde com uma forte dor de cabeça e um pouco tonto. Cambaleando examinei o apartamento, aparentemente ele havia sido invadido, estava tomado pela bagunça e meu notebook havia sido levado, mas apesar de toda aquela bizarra situação o que despertou a atenção foi um bilhete que havia sobre a mesa, um bilhete com três letras escritas sem nenhuma lógica.

    Primeiramente pensei em ligar para a policia e fazer uma ocorrência do meu caso, mas pensei melhor eu era de menor ali não podia me expor a riscos. Aquelas três letras martelavam durante dias em minha cabeça, queria descobrir quem fez isto comigo e por que fizeram, mas vi que a única pista que tinha era um simples bilhete amassado. Resolvi pedir ajuda com o Scott ele morava aqui na Feliz a mais tempo devia saber quem poderia estar por trás deste vandalismo, mas me enganei o Scott só piorou as coisas e nos brigamos por causa disto.

    sábado, 12 de janeiro de 2008

    Scott Brion


    Scott é meu primo, meu parceiro. Foi ele quem me convenceu de vir morar em Feliz, agradeço isto a ele, pois as coisas só estão melhorando, de certa forma. Eu e ele nos divertimos bastante em Torres.

    Scott tem uma irmã, minha prima, Miriam Brion, tem 14 anos, loirinha, olhos claros, típicos de gringos, os Brion`s são italianos, fazia tempo que não a via, por isso fiquei deslumbrado com a beleza e o jeitinho de menina dela. Tenho que admitir que isso é um tiro no escuro, mas acho que ela... esquece.

    Sabe o Scott ele vive que nem cachorro magro, cheira daqui e dali e vai. Ele vive fazendo bicos por ai, nunca durou um mês em algum emprego, mas sabe de algo ele sempre tem bastante dinheiro no bolso e eu começo a desconfiar de que tem coisa cheirando mal. Ele tem um amigos meios estranhos e sempre vem com uns papos esquisitos, não falando coisa com coisa, eu começo a achar que devo dar uma averiguada na situação.

    E vocês o que acham será que há algo de errado com meu primo. Será que devo descobrir o que está acontecendo?

    domingo, 6 de janeiro de 2008

    Rotina


    É, depois de pura curtição no litoral, a vida volta ao normal, eu trabalhando na banca, lendo tudo o que encontro pela frente para me atualizar, por as ideias no lugar, vendendo pirataria por baixo do pano, sem que meu patão saiba, é claro que se vocês não contarem a ele.

    Felizenses madrugando para ir ao trabalho, os graúdos aproveitando o calor durante o verão, mendigos catando entulhos jogados pelos mais educados, estudantes perambulando pela cidade até altas horas. Corre corre daqui e dali e por ai se vai mais um dia após outro, na pataca cidade de Feliz, muito diferente de onde eu morava, em Caxias do Sul, onde as coisas duram da meia noite ao meio dia, sem muito lero. Sério! Vai la dar uma olhadela. Lá a cidade não dorme, não para, não morre.

    sexta-feira, 4 de janeiro de 2008

    Sonho de uma noite de verão


    Torres esta impecável, sol raiando forte, depois de dias nublados. Milhares de turistas de variados pontos do Rio Grande do Sul aglomeravam-se nas avenidas de Torres, parecendo zumbis desnorteados, acusado pelo efeito da poluição visual presente em todas as ruas nesta época de inicio de ano.

    Eu e meu primo, Scott Brion, caminhávamos em direção a praia enfrentando manadas de pessoas deslocando-se para o leste da cidade. Garotas seminuas com corpos bronzeados, esbarravam-se uns aos outros, a fim de despertarem a atenção nos marmanjos, mas algo me fez desviar o olhar, um homem de porte grande, parado em frente ao hotel Del Rose, usando um, sobretudo preto e um chapéu de couro escuro sob sol de quase quarenta graus. Aparentemente achei-o muito suspeito, talvez se tratasse de alguém com câncer de pele, mas porque ele moraria numa praia, sendo que a temperatura ultrapassa os quarenta graus, principalmente nos primeiros dias de janeiro, de qualquer forma descartei qualquer hipótese sobre o misterioso homem.

    A noite caia cedo em Torres, o breu da noite alastrava-se pelo céu, restando apenas o brilho da lua e das estrelas, à medida que a noite aprofundava-se, mais a temperatura diminuía, tornando a noite agradável. Scott e eu nos aventuramos pelo centro, desfrutando os atrativos noturnos de Torres, Boate Bahamas, a boate tinha estilo, típico de praia, um local arrojado, revestido a bambu e dançarinas mulatas. A música envolvente, contagiava o local, a iluminação sobre meia luz deixa as pessoas mais atraentes. Eu e o Brion sentamos em uma mesa num canto da boate, pedimos a tradicional bebida da Bahamas, o Bohgunts, uma coisa totalmente sem noção, uma combinação de doce com amargo, cachaça e framboesa e uma pitada de drogas alucinantes.

    Logo percebi que uma linda loira me observava de relance, seus olhos brilhavam intensamente, me aproximei com um Bohgunts e a forma como iniciei e conduzi a conversa; a maneira como a olhava e falava; a forma como ela sorria e aos poucos se soltava; as palavras certas para convencê-la a ir até onde me alojando; o modo como a apertei na parede do meu alojamento e tirei a sua roupa; beijando todo o seu corpo quente e sensual; tendo conquistado-a completamente possuindo uma mulher em meus braços; as palavras proferidas em seu ouvido que a faziam sorrir excitada; o toque dela; os seus gemidos... e meu corpo entre o dela; Tornou aquela noite uma grande aventura.

    quarta-feira, 2 de janeiro de 2008

    Reveillon em Torres - RS


    O blog ficou meio desatualizado. Eu sei, mas foi porque fui curtir minhas férias em Torres, com uma excursão. Pra quem não sabe trabalho numa banca no centro da cidade de Feliz - RS, faz pouco tempo, mas parece que superei-me e garanti umas férias para o fim de ano. Decidi de ultima hora nem deu tempo de pots no blog, devo admitir que foi a melhor virada de ano que tenho lembrança, o sol escaldante, o mar agitado e a brisa do mar penetravam em minha alma como se fosse um ritual sagrado, para um longo novo ano. Um novo ano chegou. Chegou 2008. Deixando apenas lembranças de 2007. É claro que viram outros reveillon pela frente, e novas aventuras iram desencadear novas intrigas, pois a vida seguem em frente.